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terça-feira, 5 de abril de 2011

The Rocky Horror Picture Show

Sinopse Oficial Com Spoilers:
Brad Majors e Janet Weiss, dois jovens que acabaram de ficar noivos, decidem visitar o Dr. Everett Scott, seu professor de ciências dos tempos da faculdade, para agradecê-lo por tê-los apresentado e convidá-lo para o casamento.
A caminho da cidade de Denton, no interior dos Estados Unidos, onde o Dr. Scott mora, o pneu do carro de Brad e Janet fura e eles são forçados a pedir ajuda em um castelo a alguns quilômetros dali. Porém, o que eles encontram no interior do lugar vai muito além do que eles imaginavam: Um cientista louco, travesti e pansexual chamado Dr. Frank-N-Furter; seus servos, os irmãos e amantes Riff Raff e Magenta; e sua assistente, Colúmbia, dançando algo conhecido como "a Dobra Temporal" ao lado de um grupo de indivíduos exêntricos.
Frank, que clama vir da "Transilvânia Transsexual", convida Brad e Janet para ficarem e testemunharem o nascimento de sua última criação: Rocky, um ser humano artificial criado por Frank por motivos que ficam muito claros.
Após o "nascimento" de Rocky, um homem chamado Eddie emerge de um congelador gigante em uma motocicleta e revela que é um entregador que foi seduzido por Frank a ficar no castelo, assim como Brad e Janet, para que metade de seu cérebro pudesse ser usado na criação de Rocky. Ao descobrir que Eddie e Colúmbia estavam namorando, Frank mata Eddie com um machado.
Naquela noite, Frank seduz tanto Brad quanto Janet, que são incapazes de resistir a ele. Janet, incapaz de se controlar, sai à procura de mais pessoas com que pode dormir e acaba ficando com Rocky, que estava fugindo de Riff Raff, que o atormentada, enquanto Magenta e Colúmbia assistem.
Eis que surge o Dr. Everett Scott no castelo. Ele revela-se como o tio de Eddie e diz estar à procura do sobrinho, mas Frank suspeita que ele tenha sido enviado pelo governo americano para estudar relatos da aparição de ÓVNIs na região. Frank também revela que ele é um oficial Nazista que se escondeu na América após o fim da Segunda Guerra Mundial.
O jantar é servido e, como logo é revelado, são os restos mortais de Eddie. Janet, assustada, abraça Rocky, levando um enciumado Frank a perseguí-la pelo castelo. Brad, Dr. Scott, Rocky e Colúmbia tentam ajudá-la, mas todos são capturados por Frank, que usa um aparelho conhecido como Indutor Medusa para transformá-los em estátuas.
Os cinco são forçados a participar de um Show de Cabaré, que é interrompido por Riff Raff e Magenta. É revelado que eles e Frank são alienígenas do planeta Transilvânia, da galáxia Transsexual, enviados à Terra para estudar os métodos de reprodução dos humanos com o objetivo de dar continuidade à sua espécie, onde o contato íntimo tornou-se tão comum quanto um aperto de mão.
Colúmbia e os outros moradores do castelo são apenas indivíduos desajustados de Denton cujas mentes foram distorcidas por Frank graças à "Dobra Temporal", que é, na verdade, uma dança de acasalamento alienígena. Frank também planejou furar o pneu de Brad e Janet.
Riff Raff e Magenta, cansados de aguardar seu retorno ao seu planeta-natal, matam todos os presentes, exceto Brad, Janet e o Dr. Scott. Em seguida, eles deixam a Terra no castelo, que é, na verdade, uma espaçonave.
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Cine Bostinha:  Rocky Horror Picture Show é um dos poucos filmes que fazem juz ao título de forma literal: Ele tem Rock, bastante. É um filme, lógico. É repleto de partes musicais, o que é um Show e por fim, o conjunto da obra, é um HORROR.

É todo uma grande cena pastelão de péssimo gosto, do início ao... tem final? Qual é o final? Não consegui assistir nem até a metade! No máximo, passei pulando a timeline do filmerda até o final, já resistindo aos danos cerebrais como pude.

Teve a intenção de ser uma comedinha, a boca no início do filme causa uma estranheza interessante e uma expectativa que logo será chicoteada por algum estereótipo presente no filme. Aliás, tem um monte...

A homossexualidade, como poderia se imaginar na época do filme (cof, e na de agora também...cof...) é totalmente estereotipada, montaram o filme em cima do "Transylvania Transexual" e não param de citar isso um minuto sequer. Tem os estereótipos normais geralmente usados em filmes comedinhas classe B, se as piadas não fossem tão idiotas, sem graça e embaraçosas. Sério, não é transgressor, nem inovador, nem engraçado. O que é este filme? Um candidato ao posto de filme 5 bostinhas lendário no campo da comedinha tosca.

Sério, parece o vovô roqueiro de "Todo mundo em pânico", o que não é nem de longe um elogio. Aliás, falando em pânico, quem curte "Pânico na TV" vai gostar do filme, o que reforça minha nota de 5 bostinhas. A história ao meu ver é tentar fazer gracinha com um travesti cientista pintosa que quer criar seu bofestein e todo o resto é um musical de rock com tortas na cara. Só. Não espere por mais nada, além de cenas que chegam a ser constrangedoras de tão idiotas.

Resumindo: Esta lenda dos filmes que beiram o trash e afundam no campo do bizarro, ultrajante e que te chamam de imbecil do início ao fim, merece a nota máxima, reservada aos filmes que não dá pra assistir até o final. Nem até a metade. Ou para pessoas com padrões mais altos, nem dar play nesse clássico de mierda que tem até fã-clube.


Nota: 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Simão, O Fantasma Trapalhão

O filme homenageado na postagem inaugural é um dos maiores crássicos da Sessão da Tarde e do cinema nacional (acho que não preciso avisar quando for ironia).
Para quem não lembra ou ainda não assistiu, leia abaixo.

Sinopse oficial:

Didi e Dedé são motoristas de um rico empresário que compra um castelo, a fim de terem para si um fantasma particular.
Simão é o fantasma que assombra o local, e persegue Didi, até que Virgínia, neta do milionário, intercede apresentando-o ao fantasma - que está condenado a ficar preso ali, até que alguém encontre um tesouro, oculto na propriedade.
Assim como nos demais filmes, Didi se apaixona por uma das personagens, vivendo uma desilusão amorosa. Neste filme, isto se passa com Estrela.


Qualquer semelhança com o romance de Oscar Wilde, O Fantasma de Canterville, não é mera coincidência. Basicamente, todas as protagonistas foram copiadas da maneira mais porca que foi possível, ao contrário do que seria de se esperar de uma adaptação. Gostaria de saber o que se passava por trás da mente que teve esta idéia iluminada. Deve ter sido algo do tipo "Precisamos mostrar que filmes do Didi também podem ser educativos. Vamos adaptar um livro." e depois "Livros não chamam brasileiros para o cinema, precisamos de artistas no elenco." E assim, fomos agraciados com maravilhosas atuações de artistas que que não produzem arte alguma, como Angélica e o próprio Didi. Todas as atuações estavam fazendo justiça ao roteiro, com destaque para a Ivete Sangalo, que jamais deveria ter deixado de cantar axé.
Didi "adaptou" O Fantasma de Canterville, mastigando e regurgitando, transformando uma obra literária crítica e simbólica em uma piada digna de Louro José, que nada acrescentou às crianças. Oscar Wilde desprezaria profundamente.
Agradeço de coração ao Didi, por cagar a história do livro que marcou a minha infância.

Enfim, criticar este filme é maldade, é como chutar cachorro morto mas como sou ruim, não perdôo. É vergonha alheia garantida do início ao final.

Nota:
 

Carteirinha Vip

Bilheteria