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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Batman: The Dark Knight Rises

Nanananananananananan... Conan! TheDarkKnight! Sim! Estou falando de Batman! O herói mais famoso da atualidade, seja por não ter poderes, seja por ter inteligência acima da média ou até pelo passado estranho com menininhos de colant e shortinhos... Bom, vamos falar sobre o último filme da franquia de Cristopher Nolan: Batman: The Dark Knight Rises (Bátima: O Morcegão Ferrado) e dane-se os afetadinhos por spoilers. VOU CONTAR DETALHES DA fraca TRAMA!

Afinal, se você é fã do Rato Voador e ainda não viu o filme, não vai se importar em ter um spoiler, certo? E se... Eu contar um spoiler falso? Só saberá vendo o filme... Só no filme...

Então morceguinhos e morceguetes, vamos à tradicional sinopse-feita-por-um-site-respeitável:

"Oito anos após a morte de Harvey Dent, a cidade de Gotham City está pacificada e não precisa mais do Batman. A situação faz com que Bruce Wayne (Christian Bale) se torne um homem recluso em sua mansão, convivendo apenas com o mordomo Alfred (Michael Caine). Um dia, em meio a uma festa realizada na Mansão Wayne, uma das garçonetes contratadas rouba um colar de grande valor sentimental. Trata-se de Selina Kyle (Anne Hathaway), uma esperta e habilidosa ladra que, apesar de flagrada por Bruce, consegue fugir. Curioso em descobrir quem é ela, Bruce retorna à caverna para usar os computadores que tanto lhe serviram quando vestia o manto do Homem-Morcego. Aos poucos começa a perceber indícios do surgimento de uma nova ameaça a Gotham City, personificada no brutamontes Bane (Tom Hardy). É o suficiente para que volte a ser o Batman, apesar dos problemas físicos decorrentes de suas atividades como super-herói ao longo dos anos."

Não tem como falar do terceiro filme sem antes dar uma repassada (rápida, só pra relembrar) nos anteriores, só a título de ambientação:

Bátima Breguins: O filme que deu uma cara nova e um novo ponto de vista para os filmes de heróis. Se não o primeiro, um dos mais famosos. Em Batman Begins, ou sua origem, temos um distanciamento do humor idiota e do legado escrachado de besteirol dos Batmen anteriores. Daqueles filmes coloridos como Batman & Robin e tal...
Temos no Batman Begins um filme mais maduro, mais sério, mais ligado ao primeiro Batman ( de Tim Burton). Temos nesse ponto um bom filme, que por pura procrastinação não me aprofundarei no roteiro...
Pois bem: Razazul, Rals Agul, Pazuzu, Rasgagu... Rasga Bucho (acertei!) Tem um plano pra destruir Gothan. Treina o Bruce Wayne na Escolinha de Ninjas do Zico, lá no Morro do Tibet. Bruce volta pra casa mas enfrenta as maiores aventuras que até deus duvida, com uma galerinha irada que é pura confusão.
O foco é dar ao Batman e ao universo Gothan uma abordagem sombria e mais realista das coisas (?). Fez grande sucesso. Bom, nem tanto. Mas foi mais ou menos. Bom, então "Fez um sucesso muito médio".

O Cavaleiro Negro das Trevas: O mais foda magnânimo da trilogia. O filme que teve o roteiro mais fechado e bem escrito dos três. O Batman ( The Dark Knight) agora está apresentado, não precisamos mais perder tempo recontando a já batida historinha. Era isso que a nerdaida queria: Partir pra Gothan em si com o Batman a pleno vapor.
Com a participação do Coringa, mesmo com seu ator tendo cometido suicídio (e muita gente falando que foi até coisa armada pra dar mais visibilidade ao filme) o filme foi espetaculoso. Com certeza não estará aqui no CineBostinha. Bom, nem tanta certeza, já que todo filme tem algo ruim que valeria pelo menos meia Bostinha ou uma Bostinha completa... Mas o filme contou com um enredo mais maduro, ótimas interpretações, principalmente do Coringa, coisas que não veremos tão cedo (nem tão tarde) e um final muito bom, com a aparição de Duas Caras. No fundo parece que Nolan sabia que se fosse tentar superar este filme, transformaria o seguinte num tremendo fiasco.


O Cavaleiro Negro das Trevas Ressurge: E é isso. Com suas infinitas duas horas e quarenta e cinco minutos de filme, o terceiro filme: Batman: The Dark Knight Rises (google, me indexa, seu limdo) foi pensado a fechar a trilogia, dando quem sabe um fim ao personagem e seu arco na história.

Em primeiro lugar, vamos falar do que o filme NÃO SE PROPÔS. É muito importante, já que quase todo mundo sentou a bunda na poltrona do cinema com um monte de expectativas.

1º - Este filme não quer nem poderia ser melhor em termos de adversário. Sério, o filme que focou no inimigo do Batman foi o segundo, com o Coringa. O Batman em si ficou apagado. Agora é hora de voltar ao personagem principal. Tentar superar algo já firmado na própria trilogia e bem explorado poderia ser um grande e tolo tiro no pé. Então o foco foi na história de fechamento do morcego e a trama de Rasgabucho.

2º - A Mulher Gato não é a mesma Mulher Gato dos filmes anteriores. Anne Ratataway foi mal escolhida pro papel de uma "femme fatality" com sensualidade aflorada e instinto mallandrops das ruas? SIM. Se ela fosse escolhida para um papel assim. Mas NÃO, ela NÃO foi escolhida para isso.
A Catwoman deste filme não é a do Returns e nem a do filme próprio. Ratataway seria uma gata mimada de madame, daquelas brancas e gordinhas, de lacinho e numa almofada de chenille rosa. Definitivamente, uma mulher gato, mas diferente de TODAS as outras e de tudo o que esperaríamos encontrar nela num novo filme. Sem contar que ela luta de salto e... Mais tarde comentarei sobre. Ah, e só para efeitos de comparação, a imagem ao lado tem as Catwomen que marcaram história. Qual destas seria a ideal para o Rises? (Claro, estas já passaram do tempo da personagem...) E qual você indicaria ao papel ? Escreva nos comentários.

3º - Este Batman não é o mesmo de oito anos atrás... 
Isso basta. O nosso Batman do filme atual está velho, cansado, aposentado, sem a mínima condição nem de andar sem o bat-andador. Por dentro está mais ferrado que o Rocky Balboa em fim de carreira, se lutasse muay thai. Não temos o foco num Batman empolgadinho pra combater o crime, mas um que quer deixar Gothan cuidar de si. Ele praticamente quer morrer a todo instante, é imprudente e desregrado, joga por terra tudo o que treinou... Mas ainda tem fôlego para uma última jornada.

Agora vamos às considerações:

Mulher-Gato. Sério, me segurei até agora mas tenho que tecer meus comentários. A Anne Hathaway, como falei antes, não se propõe a ser uma mulher gato de rua. Está mais pra gatinha de madame. Mais para gatinha mimada de patricinha. Bom, continua sendo Mulher Gato, certo? Ok... Mas lutar de salto? Tipo, usar salto o tempo todo? (Ah, gostei da forçada de barra em colocar os óculos pra trás e virar "orelhinhas de gato") Lance legal foi ela ter quebrado uma supercâmera nos sets de filmagem... kkkk...
Bom, mas quanto à ela, uma personagem com bons diálogos e boas cenas, menos as de luta, mas... Bom... SERÁ QUE TEM QUE FAZER VOZ MANHOSINHA O TEMPO TODO???

Bane: Um cara com uma tarântula de metal na boca. Bom, um cara grande, forte, que quer "quebrar" o Batman. Legal... Só. Bom, será que ele se alimenta bem pela máscara? E tipo... Se ele espirrar, o que acontece?
Lembrando que o Bane que conheci era o cara que tinha uma máscara de luta livre, que tinha uma espécie de Soro Titan injetado no corpo e uma espécie de calibrador, que o deixava mais ou menos monstruoso. Claro que adaptando isso, muito se perdeu. Mas... Não tinha nenhum vilão mais interessante não?

A dublagem do Bane por aqui me deixou com a sensação de assistir um vilão de animação da Disney... Com um copo na boca.

Batman: Velho, ferrado, nas últimas. Mas de repente ele tá lá, dando seus pulinhos. E então ele tem a coluna esmigalhada. E então o Dr. Fritz conserta a coluna dele com uma porradinha. Daí ele dá "Um Salto para a Liberdade"... Ah, sem contar a cena de luta mais tosca de já vi. E ele corre, ele pula, ele nada, ele reflete, ele voa na navinha, ele corre na moto maneira que destrambelha as rodas, ele záz, ele tum! ele pof! Daí vem a parte da bomba... da BOMBAAA! De 1.21 Gigawatts de cafonice nuclear! Ele corre atrás da bomba, ele pega a bomba... ele corre COM a bomba...

Olha, só vendo a cena completa do ocorrido mesmo...



Então, mas voltando aos comentários sobre o filme, a fotografia está muito boa, os efeitos estão ótimos... As cenas de luta estão ridículas, como a da luta entre Batman e Bane, ou então a do Batman em duplinha com a Mulher Gato. Ridículo, parecia algo como " Oi amiguinho! Vamos bater no pessoal aqui? Lá lá lá... Tum! Pof! Oooopa, tem gente atirando! Isso é perigoso! Vamos correr amiguinho? Lá lá lá..."
Batman parece que esqueceu sua origem (a mais legal): Ele é um ser das TREVOSIDAEDS. Ele não é do tipo que faz a CAGADA do início do filme. Isso eu aceitaria no primeiro, mas não agora, com ele experiente. Sair por aí sem um plano nem nada? Mesmo que ele estivesse querendo morrer, dessa forma ridícula não seria nada interessante. E outra coisa. Aliás, duas outas coisas: Primeiro: A voz forçada de Wayne ao incorporar o Batman. É constrangedor ver que toda vez que aparece o Batman, ela força uma voz estranha e rouca. Mesmo para aqueles que já sabem quem ele é de verdade. Ooooutra: A DUCKFACE que ele faz TODA VEZ que tá de Batman. Sério, reparem: Toda vez que aparece o Batman, ele tá com a boca entreaberta fazendo bico, fazendo um verdadeiro DUCKFACE!
Já falei sobre lutas, personagens... Ah, um comentário interessante sobre a ideologia roliudiana dos estadunidos:
Podemos ver que o filme é totalmente direitista. Bane representa quase que visualmente a Rússia. A amiguinha de Wayne, Miranda Tate, o Oriente Médio. Temos também detalhes sutis sobre imigração, sobre como seria a ascensão do comunismo ou socialismo segundo a visão amedrontada do capitalismo. Sério, o filme tava tão arrastado na metade pro final, que começamos a refletir sobre esses assuntos, como o imperialismo versus anarquismo e coisital.
E o final!: Quando pensamos que ele finalmente morreu explodindo com A BOMBA, na cena mais piegas de correr com LA BOMBA para um lugar seguro e se explodir junto... Deixa um pézinho de dúvida se ele não teria marotinhamente religado o piloto automático da nave... Para logo depois reaparecer numa lanchonete da Central, onde o velhinho-Alfred-louco-por-monólogos vai todo dia tomar sua cachacinha com um ovo colorido e enroladinho de salsicha.
Aaah, seu morceguinho traquinas! 
Hora das palmadinhas Sr. Bruce!
Enfim. Batman: The Dark Knight Rises não é uma porcaria completa, afinal tentou seguir o roteiro da HQ, fez um bom fechamento, não tentou competir com o segundo, lidou bem com a grande carga de expectativas da nerdaiada... Mas mesmo fazendo um bom papel, escorregou, deslizou, patinou e... Ganhou Bostinhas!
Sério, ele não é um filme ruim, mas sofreu miseravelmente com uma grande carga de expectativas dos fãs. Eu mesmo tive que me controlar pra não ficar comparando com os outros...
Se quiser ver uma avaliação mais bom-menino do filme, é aqui mesmo.

Nota: 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Repo! The Genetic Opera

Repo! The Genetic Opera. Uma ópera rock gótica. Dos produtores (e do diretor) de Jogos Mortais III, IV e V. Não! II, III e IV! (Bem que poderiam retirar a numeração desses filmes, pessoal vê mesmo pela curiosidade sádica pelas armadilhas engenhosas...)

Bom, uma ópera gótica. Do diretor de Jogos Mortais. O que esperar disto?

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Como de praxe, vamos à sinopse:

Em meados de 2056, após o mundo sofrer uma epidemia de falência de órgãos por consumo de refrigerantes e salgadinhos, uma corporação agora influente em vários setores da sociedade e comércio, a GineCo, fornece órgãos transgênicos no melhor estilo operadoras de celulares, liberando órgãos para quem precisa em troca de um contrato com a corporação, que está cheio das letrinhas miúdas fazendo a pessoa se afogar em dívidas ou virar uma escrava da empresa. Mais ou menos como aquele emprego que te dá o mínimo para sobreviver em troca de ser escravo deles, mas isso não vem ao caso...

A história gira em torno de nossa pequenina Amy Lee ( quero acabar logo essa sinopse pra falar da cena onde ela solta sua Avril Lavigne Trevosa interior, kkkkk), que doente e superprotegida por seu pai-acima-de-qualquer-suspeita, dá umas fugidinhas pro cemitério para beber vinho Cantina das Trevas na caveira visitar o túmulo da mãe. Daí tem a apresentação da GineCo, a família que manda em tudo por lá, com o Gordinho T. Nor, como presidente e seus filhos: Amber como Paris Hilton, Pavi como malkavian-marilinmanson-tarado e Luigi-Bipolar, como irmão do Mário.

Sem dar spoiler, acho que é tudo. Basta dizer que envolve uma sociedade onde a GineCo pode legalmente mandar os Repomen recuperar os órgãos de quem não está em dia com as mensalidades. Que bom que não fica só nisso, o enredo consegue riscar essa superfície indo um pouco mais fundo...

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Ah, falei que é um musical? Nem precisa, certo? Bom, não posso falar de Repo! sem separar em categorias distintas:

História: Não é tão original, mas também não é um cliché. Quem não paga pelos órgãos, tem eles retirados à força e à faca pelos Repomen. A menininha de dezessete anos toda inocente e delicadamente gótica que se vê no meio dos planos da organização, tem surpresas com o pai e quer saber???

A PARTIR DESTE PONTO TEM SPOILERS (um pouquinho)! Mas neste tipo de filme isso não influencia muito não, pode continuar de boa!

Seu pai é um Repoman secretamente. Gordinho T. Nor quer ela para seguir os negócios da família, vai saber o por quê, já que ela poderia ser uma escolha pior que os descerebrados dos filhos dele que já têm alguma experiência na indústria, em troca da menina trair o próprio pai. E é isso. Conta também com o lance do Zydrate, que é nada mais nada menos que um analgésico para os viciados em cirurgia, e que estranhamente pode ser retirado de cadáveres.

Originalidade: Neste ponto o filme vai bem. O visual apocalíptico-cyberpunk-gótico-futurista é uma interpretação do que pode se tornar o mundo numa realidade paralela. E por que não? Não poderíamos pegar o que temos hoje e imaginar um futuro pós-apocalíptico-facebookiano-funkeiro-futurista?
Pegar um tema como a genética e mercado de órgãos e encaixar uma ópera gótica nisso não é original???

Visual: O filme é bizarro, e isso não é ruim. O figurino, os cenários (na cara que são CG), as transições estilo HQ, a maquiagem, tudo é trabalhado para ser visceral. Até as vísceras arrancadas dos caloteiros são extremamente viscerais, é um agradinho pros fãs de SAW. Os rosqueirinhos e góticas trevosas irão amar. Sério! Todos os vestidos e elementos de couro e látex e presilhas e fivelas e máscaras de gás... Não recomendado para góticos iniciantes de estômagos sensíveis.

Atuação: Eles cantam, dançam, interpretam! Algumas músicas são interessantes, três delas concorreram ao oscar, mas na interpretação, ficou algo meio... Meio... Não é um filme B... Poderia ser um filme A- ... Algo de bizarro e esquisito paira no ar quando eles interpretam, não sei explicar.

Músicas: É um musical gótico e nisso vai bem. Algumas músicas são boas, outras são muito, muito creepy de imaginar, como as partes de comédia quase pastelão... Pastelão gótico... Sei lá, pareceu participação do Lacrimosa na Turma do Didi. Tirando os momentos toscos, o filme se sai bem na parte musical.

A cereja do bolo é quando, confrontada pelo pai super-protetor, nossa gotiquinha delicada libera seu lado super-saiyajin trevoso, sua avril-enlouquecida-lavigne fazendo um show (literalmente) em seu quarto (era um devaneio, uma interpretação do momento de transição para a vida quase-adulta e o controle sobre a própria vida). Bom, isso tudo só que não, pois continua delicadinha e passiva. Mas o clipe é DEMAIS! Demais de constrangedor! Tem até uma guitarrista secando ela, e tem ela rasgando o vestido, tem pulinhos na cama, tem dedinho na cara do papai, tem bitch-slap, tem muita revolta e rebeldia!
Antes...
... Depois!




Meiga, delicada, frágil, melancólica e sensível às dores da alma neste mundo desgraçado pela ambição e falta de amor.










Uma mulher madura, forte, capaz, de bem com sua sexualidade e durona, sem perder os sonhos e o desejo de encontrar a felicidade às custas do trabalho duro e lutas diárias. Aqui tem o trecho do clipe onde mostra a transformação da personagem.








Pena que não tirou a peruca. Sério, no filme esse cabelo aí é peruca, ela seria carequinha feito um ovo de galinha. Seria bacana se tatuasse GENECO IS MURDER na careca!

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O final do filme é quando as coisas mais tensas acontecem, com direito à velhinha DJ, fura-olho e ironias. Não vou falar pra não estragar as surpresas.

Bom, considerando que este deixa um gancho para uma continuação, e desde 2008 não há boatos de continuação, posso esquecer minhas esperanças para tal. Realmente, pegando o gancho do primeiro e LAPIDANDO as coisas ruins, se tornaria um bom filme. Sério.

Gostei pela criatividade, originalidade, mesmo beirando a pornochanchada gótica. Se saísse uma continuação, apostaria que consertariam tudo que não foi bem no filme, e teria tudo pra se tornar uma franquia de sucesso. Uma série, talvez? Uma websérie? Novela do SBT "Genes Rebeldes"?

Recebeu uma bostinha pela falta de apara nas arestas, uma bostinha pelo conjunto da obra e a terceira bostinha pela Paris Hilton.

Nota:  
 

Carteirinha Vip

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